quarta-feira, 15 de julho de 2015

Ficção

Mas ela diz que me ama. Ela chega de fininho como quem não quer nada, pega minha mão, toca no meu cabelo e depois a ouço dizer coisas como - “Ah, não vai embora, tá cedo”. Mas eu não dou ouvido, quer dizer, bem que tento. A verdade é que ela não sabe falar coisas bonitas, não sabe como fazer eu me sentir realmente desejado e quando tenta parecer uma garota normal, acaba parecendo um daqueles pepinos estragados que não mudam de cor, sabe? Eles são verdes de qualquer jeito. Certo dia ela tentou me matar, digo, falar que me ama, pode isso? Nos conhecemos há anos, nos pegávamos sempre que tínhamos chance e essa vadia resolveu estragar tudo falando do seu amor por mim - fiquei triste é claro – mas dei um sorriso forçado e fingi que não havia escutado. O silêncio foi nossa conversa pelos próximos 5 minutos, tudo bem, ela sempre faz isso, pensei. Ela sempre gostou de me fazer chegar ao céu e em seguida me jogar lá de cima sabendo que eu nunca aguento o impacto. Eu perguntei se ela sabia o que acabara de me contar e ela me responde que sim, com uma cara de quem na verdade não sabe nem se comeu. O fato é que a gente se meteu numa confusão, eu sei e você sabe também que, você nunca sabe o que diz nem o que quer. O que está acontecendo? – pergunto – Você tá carente? Você não conseguiu pegar o cara que planejava pegar na noitada? Porque se for, pode ir parando. – ela responde com um sentimentalismo barato, diz que sou um idiota e que sou só mais um garoto como os que ela pega nas noites da “vida” – que seja. Na semana seguinte à minha morte, eu a vejo novamente com um vestidinho até os joelhos e uma blusa com uma estampa “floral”, (uma espécie de estampa com flores). Ela me parecia um pouco diferente do normal, não só pela delicadeza que a blusa transmitia, mas pelo penteado que normalmente não é penteado e sim só uma “passada de mão”, como eu costumo chamar. Eu nunca fui uma pessoa boa em puxar conversa, muito menos quando preciso conversar. Nunca fui bom em pedir desculpas e sempre achei que meu orgulho nada mais era que minha falta de jeito com esse tipo de coisa. Tudo bem, eu precisava, não queria perder alguém que por mais cretina que fosse, - às vezes, quase sempre – era meu ponto de paz. – Bem, não sei como dizer isso, acho que eu acabei exagerando no outro dia e queria pedir desculpas. – ela não me olha, sabe que na verdade eu não to muito afim de fazer isso. Pedir desculpa, tem coisa mais complicada? – não, pensei – Sabe, Yasmin, você não pode falar que me ama e em seguida me deixar no silêncio, caramba. Você sabe o poder que tem sobre mim e abusa da minha insegurança comigo mesmo pra falar coisas do tipo. Você pensa que eu não saquei, né, mas eu saquei. Você vem segurando minha mão e depois toca no meu cabelo achando que isso vai me fazer querer que você faça carinho, pois bem, eu não quero. Tá, talvez eu queira… Talvez seja legal segurar tua mão enquanto tu pega no meu cabelo com a outra. Droga, eu não queria me apaixonar, não de novo. A gente já passou por isso antes, não? Você vai me fazer voar e depois cortar minhas asas, é sempre assim. – ela me olha com um sorriso e me pergunta o que eu tenho contra o amor correspondido – bom, esses são os piores, não? É o tipo de amor que te mata e depois te faz viver de verdade.

Imaginarium

É, não somos mais um casal. Tenho trocentas coisas para falar em relação a isso, mas alguma coisa me tapa a boca e não consigo pronunciar uma palavra sequer, olhando para você. Passamos algumas semanas juntos, não sei se chegou a parecer um relacionamento. Encaro o que tivemos como uma espécie de troca de tempo perdido que queria se tornar útil, construído por beijos e abraços demorados. Eu me sentia sortudo por estar ali, contemplando seus fios de cabelo que adoravam atrapalhar nossos beijos. Sorte é um negócio antagônico à tendência que eu tenho de cagar com tudo, mas, por incrível que isso seja, o azar não deu as caras. Era estranho pensar que as coisas estavam dando certo, apesar de eu não saber exatamente o que isso significa. Algo bonito estava nascendo. Era só olhar os nossos olhos cruzarem com toda a timidez do planeta para ter certeza. Três segundos era o tempo máximo que conseguíamos nos olhar simultaneamente, até a vergonha graciosa entrar em ação e nos interromper. Meu olhar para a esquerda, o seu para a direita. Eu para o nada, você para o tudo. Eu para o passado, você para o futuro. Assim como nossos olhares, nossos planos eram diferentes. Meu ceticismo e pessimismo te observavam com receio, sua expectativa e a fé enorme no amor me olhavam com vontade de amar de novo. Não consegui lidar com as nossas diferentes intuições e nossas intuições acabaram não sabendo lidar com o que tínhamos. Nos conhecemos estranhamente e terminamos da mesma forma. Só não houve adeus porque as partidas concretizadas perfuram demais o coração. Então, ficamos assim, fingindo não gostar e gostar ao mesmo tempo, de uma maneira tão esquisita que nem um de nós dois consegue explicar. E não foi preciso cobrar explicações e diferentes perspectivas do nosso fim. O silêncio é o meio de comunicação que encontramos para nos conectar ao quase amor que só existe na nossa imaginação.

Posso dizer ?

Você sabe que ele ''não presta''. Não como eu prestava. Pode até dar pro gasto, pra acalmar um pouco da carência que a tua alma anseia ou para servir de curativo pras tuas feridas. Mas ele não presta. Ele te faz sorrir, mas não gargalhar. Ele te alegra, mas não te faz doer a barriga de tanto rir. Ele te dá forças, mas não te revigora, ele te faz bem, mas não faz seus olhos brilharem dentro do ônibus pra todos verem, você gosta dele, mas não tira sorrisos seu no meio da multidão. Não estou aqui para julgar o que ele te causa ou o que acrescenta no teu dia. Na verdade, eu quero que você seja feliz. Mas não consigo te ver tão feliz assim, não depois de ver como nós éramos. Não que ele seja ruim, mas no fundo, no cantinho abandonado das tuas lembranças, você se lembra muito bem que o teu sorriso ao meu lado causava inveja nas outras pessoas. Que tinha um brilho de felicidade pura. E que o teu olhar revelava o amor pra vida toda. Então, nada contra o que a vida nos reservou ou os caminhos que trilhamos. Nada contra as tuas escolhas e as consequências delas. Nada contra quem te faz feliz e o que esta pessoa significa para você. Nada contra a tua nova vida, meu amor, nada mesmo. Mas deixa eu te sussurrar uma última coisa no teu ouvido? Ela seria melhor de mãos dadas com a minha.

terça-feira, 14 de julho de 2015

As priminhas (+18)

Viagem de férias deveria ser para algum lugar legal, Disney, Europa, não sei, menos para o sítio da tia. Quando meus pais me falou, eu pensei logo: ‘que saco! Lá não pega internet, tv, sinal de celular muito menos, vou para o fim do mundo mesmo. ’ O caminho todo foi uma chatice que só, sem tirar o calor que me fez chegar toda preguenta, louca por um banho. Quando cheguei tive que aturar todas as falas clichês da minha tia. 'Cade os namoradinho?’, 'Como você cresceu!’, 'Já virou mocinha?’. Sério, acho que ninguém deve passar por isso mas eu passei e ainda descobri que nem privacidade teria, que iria ter que dormir com minha prima, Carol. Minha ultima lembrança dela é que ela era uma pirralha chata, gordinha, que quebrou todas as minhas Barbies. Bom, depois de um belo e longo banho tomado, conseguir relaxar sobre a cama. Minha prima não tinha chegado ainda e meus pais e meus tios estavam no andar de baixo fazendo churrasco, aproveitando o tempo sozinha, fechei os olhos e decidir relaxar mais. Comecei apertando meus seios, mesmo pequenos conseguia segura-los inteiro com as mãos, os apertava com força, puxando para próximo da áurela, apertando mais ali até ficar duras de excitação. Deixei uma das mãos escorregar e passar bem devagar pelo clitóris. Meus dedos remexiam ali me fazendo me contorcer e soltar baixos gemidos. Logo quando ia enfiar um dedo, ouço passos na escadas que me fazem saltar e pegar minha toalha. Com as pernas bambas dou o maior sorriso 'não estava fazendo nada de errado’ e vejo uma beldade entrar no quarto. Nunca tive nada com garotas, só uma vez em uma festa do pijama que tive de dar um selinho em uma colega de classe mas depois disso ou antes, nada mais. Mas o fato de gostar de homens não me impede de dar uma olhada com outros olhos para as garotas, principalmente as mais bonitas que eu e se for muito bonitas, ocupam minha imaginação em pensamentos mais safados. Bom, voltando a minha primeira visão do paraíso, vou definir minha visão como a mais bela daquela viagem. A garota denominada minha prima não era nada parecida com a pirralha chata, gordinha da qual eu lembrava. Ela era mais alta, da minha altura, coxas grossas, seios grandes, bunda grande, pele bronzeada, barriga lisinha e cabelos longos, pretos e lisos. Era como eu disse, uma beldade na minha frente. Sem tirar o sorriso que parecia dizer 'olhe mais, eu gosto.’
- E ai priminha! Que saudade! - O cheiro de protetor solar nunca foi tão excitante.
- Ei Carol, nossa! Como você mudou! - Eu mal conseguia falar. Como tirar o olhar de pedreiro tarado da cara?
- É, o que o tempo e academia não faz né? - Ela tirava o biquíni na minha frente e eu apertava as pernas de tão excitada estava, meu íntimo latejava.
Os dias seguintes foram cheio de belas visões da minha prima nua, semi nua, de biquíni, de shortinho, na piscina, tomando Sol. As escondidas eu me masturbava e muito pensando em como eu lamberia aquele corpo bronzeado, aqueles seios durinhos, aquela bucetinha apertada. Na ultima noite, já estava louca de obsessão, propus a mim mesma um desafio. Tinha que tentar algo com minha priminha Carol ou não me chamo Baby! Quando fomos dormir, todos já tinham ido mais cedo, ficamos conversando umas besteiras até passar da meia noite já que não tínhamos que nos preocupar em dirigir. Já na cama, respirei, tomando coragem e falei em tom baixo:
- Carol?
- Oi Baby
- Já teve algo com mulher? Digo, alguma relação sexual, sei lá…
- Que pergunta é essa, Baby?
- Ah, nada não…
- Você já teve?
- Só um selinho uma vez.
- Ah mas teve algo mais?
- Não…
Ela ficou em silêncio por um longo tempo, já estava quase chorando com a decepção.
- Sabe, eu sempre quis ter… É uma curiosidade boba apenas mas sei lá, queria tira-la algum dia.
Era aquelas as palavras que eu queria ouvir da boquinha da Carol!
- Eu posso tirar essa curiosidade… - Já me levantava, indo na direção da cama dela. Como eu a desejava…
- Baby… - Ela também levantava.
- Shiu… Não vou contar a ninguém, Carol. Será nosso segredo… - Eu a abrecei, a fazendo se deitar na cama. Me deitei junto com ela, a tocando os cabelos, os seios, a cintura.
Ouvia os suspiros dela, sentia como o coração batia rápido. Logo a beijei, aquela boca tinha um gosto doce, um gosto bom da qual eu queria provar mais e mais. Desci minha mão livre, acariciando as coxas dela, apertando a bunda. Fiquei por cima dela, retirando tando a minha como a blusa dela. Me abaixei e a beijei do pescoço aos seios. Ao chegar naqueles montes maravilhosos, os apertei com força, a fazendo gritar baixinho. Eu sorria e não saberia quando ia parar de sorrir. Meus lábios beijavam cada um dos seios bem levemente até escolher um para sugar o mamilo que estava rijo. Comecei pelo direito, suguei com força, mordia levemente por vezes, a fazendo gritar e gemer. Passei para o esquerdo e repeti os atos mas tratei de dar atenção ao direito com a mão. Desci pela barriga torneada, distribuindo beijos por ali. Ao chegar próximo ao vulgo dela, já podia sentir o calor que emanava dali. Retirei a calcinha dela com cuidado e voltei beijando da ponta do pé até a virilha, me pondo entre suas pernas. Comecei pelo clitóris, sugando ali com força, sentindo o mel dela escorrer por minha boca. Me lambuzava com ele. Minha língua então começou a escorregar para baixo, adentrando na intimidade dela, arrancando gemidos altos. As mãos da Carol acariciavam e puxavam meus cabelos com força enquanto a fazia gemer. Usei os dedos juntos com a língua, fazendo ela gozar diversas vezes na minha boca.
- Agora é minha vez, Baby. - Ela dizia baixinho, arfando.
Me deitei na cama e Carol ficou por cima. Nos beijamos por alguns minutos até ela me beijar o pescoço, me fazendo arrepiar. Nos meus seios pequenos, ela pareceu aproveitar, brincava e dava atenção aos dois e assim ficou por um longo tempo, me fazendo gemer e gritar com as mordidas e puxões. Ela me provocou até onde podia, acariciando meu clitóris com a língua, descendo até o cuzinho, chupando ali com força. Adentrava ali com a língua e a intimidade com os dedos, depois trocava, arrancando gemidos altos de mim. Só parou quando eu gozei três vezes. Outra coisa que fez que me fez gozar rapidinho foi roçar aquele vulgo latejante no meu, que estava inchado de tanto prazer. Roçava com força, fazendo-me gemer e a fazendo gemer também. Sentir o mel dela preencher o meu clitóris e vice versa. Por fim fizemos uma gozar na boca da outra com um 69 delicioso. Como era bom lamber aquele cuzinho apertado da Carol. Exaustas, dormimos juntas, nuas e abraçadas. Por sorte acordamos antes dos meu tios nos acordarem e assim pudemos nos arrumar. Entre a arrumação, trocas de beijos e abraços quente. Na hora de despedi, a Carol anotou o número do celular dela em um papel e me beijou escondido até minha tia chama-la. Com as pernas bambas por causa do beijo, guardei o papel com o número da Carol no bolso e fui para o carro, pronta pra chegar em casa e me masturbar com as lembranças daquela maravilhosa noite com minha priminha Carol.


 

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Aquela noite (+18)

Já era madrugada, estava conversando com ela como sempre fazia, era na noite de sábado pra ser mais exato, mas no meio da nossa conversa, o clima foi esquentando, e começamos a nos provocar, coisas do tipo ''Imagina nós dois juntos agora em?'' e ambos querendo a presença do outro ali naquele momento, ela me disse que estava molhadinha, e eu respondi que queria usar a minha boca nela, pra tirar aquele melzinho dela, ela disse que estava sozinha em casa, e como eu já não estava mais aguentando de vontade, eu perguntei pra ela se ela não queria que eu fosse lá, pegar ela de jeito, mas claro que não foi desse jeito, foi mais ou menos isso, '' Ei, você disse que está molhadinha, né? que tal eu ir até ai, entrar no seu quarto, abrir suas pernas, colocar elas pra cima, e chupar você até você dizer chega?''
Ela não êxitou em responder '' Vem, vou abrir a porta pra você, e na hora que você entrar no meu quarto, eu irei trancar, e você por favor não me faça gritar, ou melhor, coloque uma mordaça na minha boca, e me foda com vontade'', foi ai que eu desliguei o whatsapp, e parti pra casa dela.
Eu já tinha a chave da casa dela, então, o que eu fiz foi apenas dar um toque no celular dela e dizer ''Estou subindo'', e assim o fiz, quando abri a porta do quarto dela, me deparei com ela vestida exatamente assim





               

E então ela me disse ''Sua camiseta ficou ótima em mim, nem preciso usar mais nada'' e assim se sentou de frente na cama, e abriu as pernas, sua bucetinha toda melada, que ela fez questão de colocar os dedos nela e dizer ''Olha só o que você provoca em mim'', ai então eu tirei a calça, a camisa, fiquei só de cueca, e fui pra cima dela, ela se deitou de pernas abertas, subi por cima dela, ainda de cueca, mas com ele já duro e cutucando nela, comecei a beijar a boca dela, dando leves mordidas e descendo a mão pelo corpo dela, ela mordia minha boca puxando o meu piercing pra frente, e começou a arranhar minhas costas de leve, me deixando arrepiado, ela me mandou tirar a cueca, eu tirei, e deixei ele passar pela bucetinha dela, roçando bem devagar, sem enfiar, só pro tesão aumentar, fui pra perto da nuca dela, comecei a dar chupões, fui se aproximando da orelha dela, mordi de leve, ai fui descendo para os peitos rosados e durinhos dela, e eu estava com uma bala halls preta na boca, e quando passei a língua pelos peitos dela, ela deu uma sussurrada falando ''Hmmmm, que delicia'', continuei nos peitos dela por mais uns minutos, ai ela me pediu pra descer mais, pediu é uma forma educada de dizer, porque ela simplesmente empurrou minha cabeça pra baixo, pra que eu fosse direto na parte mais gostosa, quando cheguei nela, o que eu fiz foi apenas levantar as duas pernas dela pra cima, dar uma assopradinha nela, e passar a língua no movimento pra cima e pra baixo, suas pernas ficaram arrepiadas na hora, e quando eu coloquei o dedo junto, ela deu um gemidinho tão gostoso, que não tinha como você não amar aquela garota, o gosto do melzinho dela na minha boca, era a coisa mais gostosa do mundo, depois que senti que era a hora exata, que ela já implorava pra eu colocar dentro dela, eu subi novamente, peguei ela no meu colo, e ela começou a se esfregar em mim, assim:
 
Ela já estava tomada pelo que eu chamo de ''Mulher/diabo'', ela ficava se roçando em cima do meu pau com muita vontade, e aquilo era ótimo, não tem como explicar o que você sente ali naquele momento, mas quem já fez, sabe do que estou falando, ela dizia coisas que não faziam muito sentido, ficamos nessa posição por muito tempo, ela deixou a cabecinha toda vermelha, e ela estava toda encharcada, eu disse pra ela que queria colocar meu pau nela todinho, então ela levantou, ficou na beradinha da cama, apoiou as mãos, e empinou o bumbum pra cima, coloquei a cabecinha pra dentro dela, e ela gemeu, fui colocando devagarinho, e ela começou a empurrar o bumbum pra trás
 
Enquanto enfiava dentro dela, ela começava a chorar de prazer, ela falava coisas picantes, ela pedia pra eu fazer ela gozar, eu peguei ela pelo cabelo, ela me olhou com muito tesão, ''Me fode, vai delicia'', e a cada bombada, era uma gemida dela, foi no meio dessa loucura, que ela me olhou com mais cara de safada ainda, e me disse ''Eu quero experimentar outra coisa'', e eu falei ''Tudo que você quiser, minha loira, o que você quer em?'' e a resposta dela foi isso ''Eu quero que você meta no meu cuzinho'', eu não pensei duas vezes, não queria decepcionar minha dama, então falei pra ela se deitar, e abrir o bumbum pra mim, ela o fez, eu passei um pouco do líquido da bucetinha dela no cuzinho dela, pra ficar mais fácil de entrar, e falei pra ela que se estivesse doendo, era só ela me avisar, e ela respondeu ''Se eu gritar de dor, não é pra parar, continua'', e eu me surpreendi na hora, mas ainda sim fui com calma, fui colocando a cabecinha de leve, e ele foi entrando aos poucos, entrava devagar, e saia, ela pediu pra eu tapar a boca dela com a mão, eu fiz, e depois ela disse ''Agora vai com força'', e foi mais ou menos assim:

Ela gemia, e ao mesmo tempo xingava de dor, mas mesmo assim não me pedia pra parar, aquilo estava me deixando louco, e eu falei pra ela que iria gozar, ai ela disse que queria que fosse nos peitos dela, ela queria sentir ele quentinho no peito dela, então eu tirei ele de dentro dela, virei ela de frente, pedi pra ela ficar sentada, ela ficou, e coloquei meu pau sobre os peitos dela, ela começou a me tocar, e dizia ''Goza pra mim, goza?'', e ai aconteceu

 
O tesão era tanto, que o gozo saiu em excesso, tudo nos peitos dela, e ela se deliciando com aquilo acontecendo.
Quando terminamos, fomos tomar banho juntos, ali no banho ainda brincamos mais um pouco, mas só nos chupamos dessa vez, ela colocou uma roupa de dormir bem sexy, eu me vesti, e me despedi dela assim :
 
''Minha gostosa, sempre que estiver com esse fogo todo, me chame, será um prazer apagar ele'', ela me chamou dois dias depois, só que ela estava com uma amiga dessa vez, só que ai já é outra história...... ;)

A loira (+18)

Saí com ela para leva-la ao seu médico, ela precisava tirar os pontos do pé, foi uma tarde bem agradável.
Na volta, no meio do caminho, fiquei provocando ela no ônibus, mordendo sua bochecha, sua orelha, e com a mão boba, ela tentava afastar a minha mão, e eu insistia, só que ela não estava tão a vontade dentro de um ônibus, ai então descemos e ficamos em frente a uma estação de metrô, ali não estava passando muita gente, então me encostei na parede, coloquei o corpo dela perto do meu, agarrei o bumbum dela com força, e comecei a beija-la, e morder sua boca, foi ai que ela me disse '' Poderíamos ir para um lugar mais reservado, um motel por exemplo'' e eu dei risada.. Tivemos um começo de noite muito agradável, com bastante risadas, carinho, cumplicidade, tudo de mais maravilhoso.
Saímos de lá direto pra um motel. Minha ex era linda! Pele branquinha, cabelos loiros, seios fartos, bicos rosados apontando pro céu, bunda redonda, grande, e eu estava louco por ela!
No quarto do motel já começou a sacanagem. Ela estava com uma blusa de botão e, aproveitou para me provocar. Abriu os botões e me deixou ver o sutiã novo que havia comprado pra ocasião. Aquela visão me deixou em ponto de bala na hora! Ela percebendo decidiu brincar mais ainda comigo. Tirou o sutiã e me mostrou o par de seios mais lindos que existem! Nossa, que visão do paraíso! Não resisti! Peguei uma das minhas mãos e comecei a apertar seus seios. Puxar os biquinhos. Ela, também cheia de tesão, abriu minha calça e colocou ele pra fora. Enquanto apertava seus seios ela começou a tocar bem gostoso, lento, no ritmo perfeito! De repente ela se abaixou e passou a língua de leve. Ficou passando a língua enquanto me tocava. Continuou batendo, agora com mais força. Eu afastei a calcinha dela de lado, e usei o meu dedo, percebi que ela estava muito molhada, e ao passar o dedinho de leve entre ela, pude ouvir seu sussurro, e aquilo me inspirou mais, era um sussurro tão gostoso, aquela voz tremida.! Depois pedi pra ela se levantar, então fiquei de frente pra ela, a joguei na cama, me deitei por cima e comecei a beijá-la, morder seus lábios, seu pescoço, fui descendo até seus seios e comecei a chupar forte, mordiscando, continuei descendo, arranquei suas calças junto com a calcinha, que já estava afastada e toda molhada, e caí de boca na sua bucetinha deliciosa! Passei a língua em seu clitóris, indo de cima pra baixo e de baixo pra cima, ela começou a gemer, e me arranhava muito, eu nem perguntava nada pra ela, ela mesma me implorava pra não parar, logo depois de me arranhar, ela começou a apertar os lençóis da cama, de tanto tesão! Terminei de tirar a roupa, me deitei e, iniciamos um 69 delicioso. Enfiava a língua dentro dela, e ela abocanhava ele todo! Nos levantamos, a apoiei ela na parede, ela empinou o bumbum, olhou para trás com cara de safada, e disse '' Me foda bem gostoso, mate minha vontade'', então fiquei esfregando nela de cima pra baixo antes de colocar tudo, e ela começava a abrir o bumbum, comecei a dar uns tapas, e ela amou isso, e pediu pra bater com mais força, foi o que eu fiz, espanquei o bumbum dela, e como era branco, não demorou muito pra ficar todo rosado, segurei firme em sua cintura, puxando seu corpo de encontro ao meu, fazendo meu pau enterrar bem fundo. Minhas bolas batendo na bucetinha de tão fundo, estalando!
A coloquei deitada na beirada da cama, dei mais um chupada na sua bucetinha, e enfiei meu pau de novo. Bem fundo, segurando suas pernas bem abertas. A cada estocada era um gemido, um pedido de "me fode mais", "mais forte". Nossa, que buceta deliciosa!
Ela ficou d4 e me pediu pra fuder com força. Bati com meu pau na sua bunda, e meti com força! Enterrei o pau de uma vez só até o fundo! Apertava sua bunda, dava tapinhas de leve, enquanto a comia com força! E ela rebolava no meu pau, gemendo gostoso! Depois de muito tempo fodendo assim, ela me disse que estava gozando, então enquanto continuava com força, mordisquei a boca dela, e ela enfim gozou, e logo em seguida foi a minha vez, foi a coisa mais perfeita do mundo, os dois ali juntos e satisfeitos.
Depois disso, ela de bumbum empinado pra cima e deitada na cama, eu fui do ladinho dela, cheguei perto do seu ouvido, e sussurrei baixinho ''Puta que pariu loira, você é uma dama no seu dia-a-dia , mas é uma safada na cama'' e em seguida dei um puxão no cabelo dela, e ela deu aquele sorriso meio mulher, meio diabo tá ligado? e disse disse com toda certeza, que aquela tinha sido a melhor foda da vida dela.

O que sou ?

Do que adianta se sentir inflado com elogios, se uma palavra de uma única pessoa te desaba do pedestal que outras pessoas te colocaram? Você se sente bem quando dizem que você é especial, que você tem um bom coração e que suas palavras as tocam, mas tudo se esvai quando a pessoa que te inspira, simplesmente ignora cada palavra e vírgula. Talvez se eu chorasse aos seus pés, você me notaria. Se eu te escrevesse uma carta quilométrica mostrando todos os motivos que me fizeram gostar de você, seu coração amoleceria. Mas, eu sou tão pouco perto da imensidão do seu sorriso. Sou tão frágil perto do seu peito, de mulher vivida e inabalável. Você é esse emaranhado de qualidades bem ornamentadas e arquitetadas para arrancar suspiros e aplausos. E eu, sou apenas eu: um louco apaixonado escrevendo versos que arrancam lágrimas.